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Clipping Justiça, 10 de novembro de 2017

VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL

 
Segurança pública: Nem a Rota entra em favela de SP, afirma diretora da polícia de Alckmin. Essa é a primeira vez que um integrante da cúpula da Segurança Pública do governo Geraldo Alckmin (PSDB) admite haver territórios controlados pelo crime, como ocorre no Rio de Janeiro. (Folha)
 
Racismo institucional: Como uma hashtag usa uma fala racista para exaltar personalidades negras. Criada após polêmica envolvendo comentário vazado de jornalista William Waack, da Globo, campanha nas redes sociais ficou entre os assuntos mais falados no Twitter. (Nexo)
 

FORTALECIMENTO DO ESPAÇO DEMOCRÁTICO

 
Aborto: Bancada evangélica converte proposta pró-mulher em projeto antiaborto. Comissão da Câmara aprovou texto para incluir na Constituição que a vida começa na concepção. Movimentos feministas temem que aborto passe a ser criminalizado nos casos hoje permitidos por lei. (El País)
 
Tortura/Independência do judiciário: AJD manifesta apoio ao juiz intimidado por pedir para apurar lesões encontradas em preso. O magistrado, para a AJD, é “reconhecido nacionalmente pelo incansável trabalho em prol da afirmação da dignidade humana“. (Justificando)
 
Protestos: Justiça ouve testemunhas no caso dos 18 ativistas presos com militar infiltrado em ato contra Temer em SP. Mais testemunhas da acusação serão ouvidas nesta sexta em SP. MP acusa grupo de associação criminosa e corrupção de menores em ato de 2016. (G1)
 

VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS E AMBIENTAIS

 
Belo Monte: Belo Monte está de pé, mas precisa de mais dinheiro para ficar pronta. A usina do rio Xingu, que desalojou mais de 40 mil pessoas e já consumiu quase 40 bilhões de reais, precisa de investimentos para ser concluída; desde 2016, BNDES não libera parcelas do empréstimo. (Agência Pública)