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Clipping Justiça, 21 de setembro de 2017

VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL
 

Chacina de Osasco: 'Foi jogo rápido, poucos segundos', diz sobrevivente de chacina. Réu da chacina de Osasco viu depoimento de testemunha protegida. (Carta Capital + Ponte)
 
Caso Rafael Braga: Defesa de Rafael Braga tenta impedir que ele volte à prisão após tratar tuberculose. Medida  visa a garantir que, caso o recurso de apelação não seja julgado no período de cinco meses que o ex-catador de latas tem em prisão domiciliar para o tratamento da tuberculose, ele não volte para a prisão. (Ponte)
 
Forças armadas: Rio pede que Forças Armadas ajudem no patrulhamento de ruas da cidade. A Secretaria de Segurança do Rio solicitou às Forças Armadas apoio no patrulhamento de 103 pontos da região metropolitana da capital, incluindo vias expressas e imediações de comunidades com risco de conflito. (Folha)
 
Racismo institucional: Funcionário demitido pelo Metrô afirma que foi vítima de racismo. Ao longo de 15 anos, Valter ouviu que seu cabelo era ‘anti-higiênico’ e que ‘não tinha genes’ para operar equipamentos. Em 15/9, segundo ele, foi demitido após reagir contra ofensa racista de um passageiro. (Ponte)
 

VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS E AMBIENTAIS

 
Rio Doce: Como apurações contradizem o ministro de Temer sobre a tragédia de Mariana. Fernando Coelho Filho se refere a desastre como ‘fatalidade’ e ‘acidente’, mas denúncias e decisões judiciais apontam no sentido contrário. (Nexo)
 
Trabalho escravo: Empresa deve ficar dois anos na "lista suja" mesmo se regularizada, diz TST. Mesmo que já tenha regularizado sua situação, a empresa deve permanecer com seu nome no cadastro intitulado pelo Ministério do Trabalho como “lista suja” do trabalho escravo. Este é o entendimento da 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho. (Conjur)