Busca Avançada

Outras iniciativas

Veja os outros projetos do Programa de Justiça da Conectas:
 

Acesso a medicamentos

 
Conectas integra oo Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (GTPI/Rebrip), Conectas desenvolve ações que buscam minimizar o impacto negativo do sistema de proteção de propriedade intelectual de produtos farmacêuticos no acesso a medicamentos no Brasil. As atividades visam à garantia do direito à saúde e do acesso a medicamentos por meio de ações judiciais, pesquisas, seminários e advocacy nacional e internacional, em parceria com outras ONGs. 



Projeto piloto :: Direito à Saúde da Mulher Negra


De 2007 a 2010, Conectas, em parceria com o Geledès – Instituto da Mulher Negra, desenvolveu o projeto-piloto “Direito à Saúde da Mulher Negra”, com o objetivo de combater a discriminação racial e de gênero e garantir às mulheres um atendimento de saúde digno.
Os principais resultados do projeto, que contou com apoio da União Européia, foram: (a) capacitação de mais de 110 mulheres da zona leste de São Paulo sobre as temáticas de gênero, raça e acesso à saúde; (b) realização de cursos de capacitação e elaboração de materiais; (c) criação de um Centro de Direitos em São Mateus. Saiba mais



IBSA Cortes - Justiciabilidade dos DH


Entre 2007 e 2009, além dos projetos mencionados acima, Conectas realizou a pesquisa comparativa “A Justiciabilidade dos Direitos Humanos – uma análise comparativa: Índia, Brasil e África do Sul (IBSA)”.
O estudo teve dois objetivos principais. O primeiro, de avaliar o papel desempenhado pelas cortes constitucionais nos três países na promoção e proteção dos direitos humanos. Os resultados foram deduzidos a partir do trabalho de acadêmicos, assim como de intervenções nos tribunais pela sociedade civil e organizações de interesse público. O segundo objetivo foi proporcionar aos profissionais do direito e centros de direitos fundamentais uma matriz comparativa de decisões judiciais e estratégias para que lições possam ser aprendidas e compartilhadas com o objetivo final de melhorar a prática da proteção dos direitos humanos.
Os resultados foram apresentados em um seminário final em março de 2010. A pesquisa teve o apoio da Fundação Ford. Saiba mais.