Política Exterior y Derechos Humanos



Potências emergentes do Sul Global são responsáveis por desequilibrar a balança, podendo fazer com que os direitos humanos ganhem o devido peso nas relações internacionais. Novos atores, como Brasil, Índia e África do Sul, emergem com responsabilidade especial. Rússia e China, potências de fora do eixo Europa-EUA, mas ambas com assento permanente e poder de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas, são, mais do que promissores atores, peças chave na maioria dos dilemas que o mundo vive atualmente.

Conectas monitora de perto e trabalhar para influenciar a Política Externa do Estado brasileiro, zelando pela prevalência dos direitos humanos nas relações com outros países, com determina a própria Constituição de 1988. Em coordenação com organizações parceiras, busca a mesma incidência nos Brics (Brasil, Índia e África do Sul) e no Ibsa (Brasil, Índia, África do Sul, Rússia e China). 

Como ferramenta, utiliza as diversas instâncias da ONU, especialmente o Conselho de Direitos Humanos, onde a organização possui status consultivo desde 2006.

Cada vez mais, Conectas encoraja e capacita ONGs parceiras de democracias emergentes a trabalharem, elas mesmas, com seus sistemas regionais, tais como o Sistema Interamericano de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (SIDH/OEA) e a Comissão Africana de Direitos Humanos e dos Povos, onde Conectas possui status de observador desde 2009.
 

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